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Vida na Belvo com Gui: a importância de buscar desafios

Amanda

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Vida na Belvo com Gui: a importância de buscar desafios

Com mentalidade pró-business e entusiasta do Open Finance, Guilherme Wenceloski é movido a desafios e está procurando se aperfeiçoar e desafiar a Belvo a “ser melhor a cada dia”.

Atuando como Account Executive no Brasil, Guilherme Wenceloski, ou Gui, gosta de poder dividir com outras pessoas o sentimento de fazer parte de um “momento único” em uma empresa que possa “fazer a diferença” na vida das pessoas. 

No post de hoje do “Vida na Belvo”, Gui nos conta o que mais gosta em seu trabalho na Belvo como Account Executive no time de Sales Development Brasil, e o que o levou a seguir carreira no ecossistema do Open Finance. 

Qual é o seu papel na Belvo?

Atualmente, sou Account Executive na Belvo. Para ser mais exato, atuo dentro do time comercial no Brasil. Minha principal função é conversar com nossos clientes, promover o uso de nossa plataforma de API, entender as demandas vindas do mercado e negociar para que cada vez mais empresas inovadoras possam implementar modelos de Open Finance.

Você poderia descrever como é um dia típico para você na Belvo? Quais são alguns dos desafios que enfrenta? 

 Tenho uma rotina bastante voltada à atender nossos clientes, onde organizo meu dia a dia para participar de calls e reuniões de negociação, qualificação e validação de nossa solução junto a eles. Durante meu dia, me divido em ajudar as empresas brasileiras a compreender mais sobre Open Banking e Open Finance e, também, proponho formas para utilizarem nossa API e promoverem alguma inovação em seu negócio, produto ou serviço. Além disso, trabalho junto ao nosso time comercial na estratégia e planejamento do nosso funil de vendas, que deve estar alinhado com os objetivos da empresa. 

Devo dizer que é uma rotina bastante intensa e dinâmica, pois trabalho diretamente com diversas empresas, tradicionais ou startups, que buscam compreender o Open Finance e, junto a elas, viabilizo negócios que permitirão acessar todo o potencial para o Open Finance.

O que o atraiu para o comercial?

Tenho um perfil bastante orientado a vendas, pois sou movido a metas e execução de negócios. Durante minha trajetória profissional, acabei desenvolvendo habilidades comerciais que já carregava comigo muito antes de ser um vendedor. Sou uma pessoa pró-business e os desafios desta carreira me motivam a sempre evoluir e buscar minha melhor versão. Creio que a área de vendas está muito alinhada com meu propósito pessoal de conectar negócios e pessoas inovadoras.

E como você veio parar no mundo do Open Banking?

O Open Banking surgiu em minha vida em 2017, quando atuava dentro de uma famosa instituição financeira no Brasil. Na época, o Open Banking avançava na Europa e o Banco Central do Brasil iniciava seu discurso sobre a regulamentação por aqui. Lembro de ter ficado maravilhado com o tema.

No ano passado, em 2020, com toda a mudança que o mundo estava passando comecei a ressignificar e reescrever minha carreira profissional e foi quando li pela segunda vez o livro Economia Donut, da Kate Raworth, e entendi que queria trabalhar em algo que iria proporcionar essa revolução no mercado financeiro.

Vejo no Open Banking, ou Open Finance, a oportunidade de trabalhar com o empoderamento de pessoas que por muito tempo foram desassistidas. Trabalhar com negócios inovadores que irão democratizar e incluir serviços financeiros na vida de milhares de pessoas.

O que te levou a trabalhar na Belvo?

O tamanho do desafio que temos pela frente. A Belvo apareceu para mim quando procurava trabalhar com um serviço que fizesse a diferença na vida das pessoas. Então, quando conheci a Belvo e descobri o que ela estava fazendo através de sua API, facilitando a implementação do Open Finance em diversas empresas, tive a certeza de que era a empresa em que gostaria de estar. Acrescento que durante todo o meu processo seletivo e, até mesmo agora, a atração e o engajamento só aumentam com o passar do tempo.  

A Belvo me desafia todo dia a ser melhor, e a recíproca também é verdadeira: eu desafio a Belvo todo dia a ser melhor

O que mais te motiva sobre o seu trabalho na área?

Ajudar negócios inovadores a atingir seu próximo nível de produto e serviço. E os milhares de usuários que, através dos nossos clientes, utilizam nossa solução e conseguem acesso a melhores serviços financeiros. 

E o que você mais gosta em relação ao trabalho em uma empresa como a Belvo? 

Com certeza, o time da Belvo!

Aqui temos um grupo de pessoas extraordinárias, fora da curva mesmo, que entendem a importância daquilo que estamos construindo e buscam excelência sempre. O ambiente que temos e a cultura que estamos construindo, permite que cada indivíduo se expresse e evolua. Sabemos que é um trabalho de equipe e juntos sempre iremos mais longe.

O que mais gosto na Belvo são as pessoas que assim como eu acreditam em nossa missão e buscam sempre superar nossos desafios.

Você é mais home office ou escritório? 

Tenho uma liberdade enorme na Belvo, podendo trabalhar tanto no escritório como em casa. Atualmente, com as medidas de segurança contra a COVID sendo sempre realizadas, tenho preferido trabalhar em nosso escritório. O ambiente é dinâmico e muito divertido, mas não vou negar que em dias de chuva prefiro o conforto do home office.

O que você gosta de fazer em seu tempo livre fora do trabalho?  

Divido meu tempo livre entre alguns hobbies como escalada, jogar tênis e leitura, além disso gosto de aproveitar para explorar a cidade ou viajar. Durante meu tempo livre, busco aproveitar ao máximo meu cachorro, minha namorada e algum lugar legal em São Paulo.

Quem é alguém que te inspira? 

Creio que diversas pessoas me inspiraram ao longo de minha vida, tanto pessoal quanto profissional. Alguns atletas, como o tenista Guga Kuerten ou Ayrton Senna, antigo piloto da Fórmula 1. Ou ainda pessoas comuns, da minha família, que muitas vezes me inspiram por sua fibra moral.

Mas, para citar alguém, devo dizer que o Gustavo Ziller, empresário e montanhista, tem me inspirado desde 2016 com sua trajetória conquistando os 7 Cumes (as montanhas mais altas de cada continente) e, também, por seu trabalho como “empreendedor de gente”. O Ziller me inspirou a buscar uma vida mais equilibrada, conectada com o meu propósito que é fazer com que negócios inovadores se conectem. 

Por que você recomendaria trabalhar na Belvo? 

Eu recomendo a Belvo porque ela tem a capacidade de despertar a melhor versão nas pessoas que se permitem viver este momento único. Os desafios que temos por aqui nos fazem evoluir, profissional e pessoalmente. Recomendo a Belvo pois entendo que o mercado e a missão que queremos cumprir depende de pessoas boas junto com a gente. 

No final, sempre digo, aqui na Belvo estamos vivendo um momento único, permitindo que cada vez mais negócios inovadores surjam e proporcionem melhores serviços. Estamos democratizando e empoderando pessoas, por isso recomendo a Belvo.

Junte-se ao time!

Estamos contratando! Se quiser fazer parte da equipe, dê uma olhada nas nossas vagas abertas.

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