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Agora é Open Finance: veja o que marca a 4ª fase do Open Banking

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Agora é Open Finance: veja o que marca a 4ª fase do Open Banking

A fase final do Open Banking no Brasil começa em dezembro de 2021 e se estende até o final de 2022. A última etapa marca o início do Open Finance ao ampliar o movimento de compartilhamento para além dos dados bancários.

A implementação do Open Banking no Brasil chegou à sua etapa final. A fase 4 do Open Banking começou no dia 14 de dezembro e deve se estender até 2022. A última etapa é marcada pelo rompimento da barreira de serviços bancários e serviços financeiros, movimento conhecido também como Open Finance, incluindo agora dados provenientes de serviços de investimento, seguro, previdência e câmbio.

Segundo a Normativa n° 205 do Banco Central do Brasil, publicada no dia 10 de dezembro, a fase terá seu lançamento de forma escalonada. As instituições participantes deverão implementar o lançamento das APIs para fins do compartilhamento de dados sobre seus produtos e serviços seguindo as datas previstas abaixo:

Cronograma de lançamento da quarta fase do Open Banking

  • 4.1 – Seguros, previdência complementar aberta e capitalização: até 4 de março de 2022
  • 4.2 – Serviços de credenciamento em arranjos de pagamento: até 11 de março de 2022
  • 4.3 – Operações de câmbio: até 18 de março de 2022
  • 4.4 – Contas de depósito a prazo e outros produtos com natureza de investimento: até 25 de março de 2022

Em resumo, a implementação escalonada da 4ª fase começa agora em dezembro de 2021 e se estende até dezembro do próximo ano.

O que esperar para o próximo ano

O Open Banking está passando por um crescimento exponencial – mais de um milhão de consentimentos já foram realizados para o compartilhamento de dados pessoais ou transacionais e o número de acionamentos acionamentos das APIs é crescente. Assim, embora a quarta fase seja a última, a transição para o Open Finance marca o começo de uma grande revolução do sistema financeiro brasileiro.

As instituições financeiras verão o impacto de perto. Com o acesso a dados provenientes de outras fontes que não apenas as bancárias, poderão oferecer melhores opções para seus clientes a partir de uma melhor análise da carteira de sua carteira de investimentos, por exemplo, ou de seu perfil de risco de crédito.

Desta forma, as empresas que queiram inovar com o Open Finance precisarão mais do que nunca da infraestrutura tecnológica para acessarem os dados financeiros e desenvolver novos produtos e soluções.

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